Somos o produto da educação que temos, do meio em que vivemos, da herança genética que recebemos? Estamos irremediavelmente presos a factos que são alheios à nossa vontade?
Ou somos o resultado das escolhas que fazemos, independentemente do que herdamos, do meio e da educação que nos dão?
Como podemos escapar à fatalidade da nossa condição? Como podemos construir-nos para lá das influências que nos rodeiam?